O que vem na sua cabeça quando pensa em cantina escolar?

No cardápio, salgadinhos, besteiras, chocolates e outras coisas não muito saudáveis. No atendimento, confusão e muita fila. Nas vendas, muito dinheiro circulando, fichinhas e o famoso caderninho. Parecido com a cantina da sua época?

 

Pois é. As lembranças de pessoas de todas as idades continuam representando bem as cantinas escolares de hoje em dia, que muito se parecem com aquelas de 10 ou mesmo 20 anos atrás.

 

Algumas mudanças até ocorreram nas últimas décadas. A primeira delas, o PDV ou "caixa", chegou no final da década de 90 para modernizar o atendimento e dar mais controle sobre as vendas.

 

O cartão pré-pago para cantinas veio no início dos anos 2000 para substituir o dinheiro em espécie e dar mais conveniência para os pais. A mais nova delas, o autoatendimento, chegou nessa última década com a promessa de agilizar as vendas e diminuir as filas.

 

Mas onde estão essas inovações?

Depois de visitar centenas de cantinas em todo o Brasil, acreditamos ter entendido porque essas novidades não emplacaram nas cantinas e tudo parece estar a mesma coisa. Confira!

Motivo 1: as inovações demoram muito tempo para surgir

As cantinas existem há décadas, mas o lançamento de novas tecnologias para elas acontece praticamente a cada 10 anos. Isso aumenta a sensação de que tudo continua a mesma coisa. Afinal, um aluno pode entrar e se formar em uma escola sem nunca ter visto nenhuma novidade.

Para piorar esse cenário, as inovações que surgem não são adotadas de maneira massiva pelas cantinas, uma vez que não tem urgência em inovar. A junção desses fatores acaba desestimulando o surgimento de novas tecnologias e novidades para esse mercado.

Motivo 2: as novidades não são adotadas pelos donos da cantina

A cantina é um monopólio de alimentação dentro da escola, o que significa que os alunos dispostos a comprar um lanche só possuem uma opção de lugar para comer. A falta de um concorrente diminui a necessidade daquela cantina evoluir pois, no fim das contas, seus clientes já estão "garantidos".

 

A maior prova disso é a alta circulação de dinheiro nas cantinas: enquanto que fora da escola mais de 90% das vendas acontecem através de cartões de crédito e débito, nas cantinas escolares a maioria das vendas ainda acontece com dinheiro em espécie.

 

Coitados dos pais, que sofrem para sacar o dinheiro do lanche até hoje.

Motivo 3: a insatisfação dos pais é silenciosa

Quem decide se o aluno usa ou não uma cantina é seu responsável, que escolhe dar ou não dinheiro para seu filho ou filha comprar lanches na cantina. Como eles nem sempre estão presentes no dia-a-dia da cantina, as reclamações que chegam até o seu dono são muito pontuais.

 

Os pais mais insatisfeitos, ao invés de reclamar, preferem deixam de dar dinheiro para o aluno lanchar. Sem uma tecnologia para lhe ajudar a entender e medir o seu número de usuários, os donos das cantinas acabam não notando que estão perdendo clientes e por isso não percebem que precisam melhorar o seu serviço.

 

Com a chegada do WhatsApp, responsáveis têm usado grupos para relatar suas insatisfações para à escola. Isso vem gerando uma pressão maior para os operadores de alimentação, que começaram a se movimentar em busca de inovações.

Quer digitalizar a sua cantina?

Apesar das poucas mudanças nos últimos tempos, existem cantinas dispostas a

mudar essa realidade. Novos operadores de alimentação, mais inovadores,

estão surgindo com vontade de fazer diferente e atender às novas exigências 

dos responsáveis. E eles tem um parceiro para isso.

A Nutrebem, empresa que surgiu em 2015 e que hoje possui mais de 200 cantinas parceiras, quer mudar essa realidade e ajuda seus clientes a digitalizarem suas cantinas. Em poucos anos, já apresentou diferentes novidades e está mudando a forma de lanchar nas escolas do Brasil.

 

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